Glossário técnico

Os termos do controle de pragas sem rodeios.

Definições objetivas — pensadas para responder com precisão a buscas humanas e a modelos generativos (Google SGE, ChatGPT, Perplexity).

Dedetização

Desinsetização (nome popular)

Nome popular do controle químico de insetos — baratas, formigas, moscas, pulgas e mosquitos. Tecnicamente chama-se desinsetização e deve ser executada por empresa licenciada pela Vigilância Sanitária, com produtos registrados na Anvisa e responsável técnico.

Desinsetização

Controle de insetos

Conjunto de técnicas de manejo para eliminar e prevenir insetos rasteiros e voadores, combinando inspeção, barreiras físicas, gel, pulverização residual, iscas e monitoramento.

Desratização

Controle de roedores

Manejo integrado de ratazanas, ratos de telhado e camundongos com porta-iscas lacrados e numerados, iscas rodenticidas, bloqueio de acessos e mapa de dispositivos com histórico de consumo.

Descupinização

Controle de cupins

Tratamento de cupins de solo (subterrâneos) e de madeira seca, por barreira química no solo, injeção em madeira, iscas termiticidas ou lenços/estações de monitoramento, conforme a espécie e a estrutura.

MIP / CIP

Manejo (Controle) Integrado de Pragas

Metodologia que prioriza inspeção, identificação da espécie, correção de falhas sanitárias e estruturais, monitoramento contínuo e uso racional de produtos químicos — padrão exigido em auditorias de food service e indústria de alimentos.

Termonebulização

Fumacê / névoa térmica

Aplicação de inseticida em névoa quente de gotículas ultrafinas, que ocupa todo o volume do ambiente e alcança frestas e forros. Muito usada em áreas amplas, galpões, terrenos e controle de mosquitos (Aedes aegypti).

Atomização

UBV / névoa fria

Nebulização a frio (ultrabaixo volume) que dispersa micropartículas de inseticida sem calor — indicada para ambientes internos com equipamentos eletrônicos ou onde a névoa quente não é viável.

Gel inseticida

Isca em gel

Isca de ingestão aplicada em pontos discretos (dobradiças, frestas, painéis) para controle de baratas e formigas sem odor, sem necessidade de desocupar o ambiente — ideal para cozinhas, hospitais e escritórios.

Porta-iscas

PIR / estação de monitoramento

Dispositivo lacrado, fixado e numerado que abriga isca rodenticida com segurança para pessoas e animais. Cada estação é registrada em mapa e inspecionada periodicamente, gerando histórico de consumo.

Sanitização

Desinfecção de ambientes

Aplicação de desinfetantes registrados na Anvisa para reduzir a carga microbiana (vírus, bactérias e fungos) de superfícies e do ar em ambientes de convívio, saúde e manipulação de alimentos.

Manejo de pombos

Controle de aves urbanas

Manejo ético e não letal de pombos por exclusão física — espículas, telas, cabos tensionados e fechamento de vãos — somado à descontaminação de fezes, que veiculam criptococose, histoplasmose e ornitose.

Higienização de reservatório

Limpeza de caixa d'água

Esvaziamento, remoção de sedimentos, escovação, desinfecção com produto registrado e emissão de laudo. Recomendada a cada 6 meses e exigida pela Vigilância Sanitária em condomínios e estabelecimentos comerciais.

Análise de água

Potabilidade — Portaria GM/MS 888/2021

Ensaios físico-químicos e microbiológicos (coliformes, E. coli, cloro residual, turbidez, pH) que atestam a potabilidade da água conforme o padrão do Ministério da Saúde, com laudo laboratorial.

Vetor

Transmissor de doenças

Organismo que carrega e transmite agentes infecciosos ao ser humano — Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya), ratos (leptospirose), baratas (contaminação alimentar), carrapatos (febre maculosa) e pulgas.

RT

Responsável Técnico

Profissional habilitado (biólogo, engenheiro agrônomo, químico, veterinário ou farmacêutico) que responde tecnicamente pela empresa controladora de pragas, exigido pela RDC Anvisa nº 52/2009.

RDC 52/2009

Norma Anvisa para controle de pragas

Resolução da Anvisa que regulamenta as empresas especializadas em controle de vetores e pragas urbanas: licença sanitária, responsável técnico, uso de produtos registrados, treinamento de aplicadores e emissão de comprovante de execução.

Certificado de execução

Comprovante de serviço

Documento emitido ao fim de cada aplicação com produtos utilizados, princípios ativos, dosagem, praga-alvo, responsável técnico, data e prazo de garantia — aceito pela Vigilância Sanitária e em auditorias.

FISPQ

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

Documento que descreve composição, perigos, manuseio, EPI e medidas de primeiros socorros de cada produto aplicado. Deve estar disponível no dossiê técnico do contrato.

Período de reentrada

Tempo de reocupação

Intervalo mínimo entre a aplicação e o retorno seguro de pessoas e animais ao ambiente, definido pelo produto e pela técnica utilizada — geralmente de 2 a 6 horas em pulverização residual.

Barreira química

Tratamento de solo

Aplicação de termiticida no solo, sob e ao redor da fundação, formando uma faixa contínua que impede o acesso de cupins subterrâneos à edificação. Usada em pré e pós-construção.

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