Dedetização
Desinsetização (nome popular)Nome popular do controle químico de insetos — baratas, formigas, moscas, pulgas e mosquitos. Tecnicamente chama-se desinsetização e deve ser executada por empresa licenciada pela Vigilância Sanitária, com produtos registrados na Anvisa e responsável técnico.
Desinsetização
Controle de insetosConjunto de técnicas de manejo para eliminar e prevenir insetos rasteiros e voadores, combinando inspeção, barreiras físicas, gel, pulverização residual, iscas e monitoramento.
Desratização
Controle de roedoresManejo integrado de ratazanas, ratos de telhado e camundongos com porta-iscas lacrados e numerados, iscas rodenticidas, bloqueio de acessos e mapa de dispositivos com histórico de consumo.
Descupinização
Controle de cupinsTratamento de cupins de solo (subterrâneos) e de madeira seca, por barreira química no solo, injeção em madeira, iscas termiticidas ou lenços/estações de monitoramento, conforme a espécie e a estrutura.
MIP / CIP
Manejo (Controle) Integrado de PragasMetodologia que prioriza inspeção, identificação da espécie, correção de falhas sanitárias e estruturais, monitoramento contínuo e uso racional de produtos químicos — padrão exigido em auditorias de food service e indústria de alimentos.
Termonebulização
Fumacê / névoa térmicaAplicação de inseticida em névoa quente de gotículas ultrafinas, que ocupa todo o volume do ambiente e alcança frestas e forros. Muito usada em áreas amplas, galpões, terrenos e controle de mosquitos (Aedes aegypti).
Atomização
UBV / névoa friaNebulização a frio (ultrabaixo volume) que dispersa micropartículas de inseticida sem calor — indicada para ambientes internos com equipamentos eletrônicos ou onde a névoa quente não é viável.
Gel inseticida
Isca em gelIsca de ingestão aplicada em pontos discretos (dobradiças, frestas, painéis) para controle de baratas e formigas sem odor, sem necessidade de desocupar o ambiente — ideal para cozinhas, hospitais e escritórios.
Porta-iscas
PIR / estação de monitoramentoDispositivo lacrado, fixado e numerado que abriga isca rodenticida com segurança para pessoas e animais. Cada estação é registrada em mapa e inspecionada periodicamente, gerando histórico de consumo.
Sanitização
Desinfecção de ambientesAplicação de desinfetantes registrados na Anvisa para reduzir a carga microbiana (vírus, bactérias e fungos) de superfícies e do ar em ambientes de convívio, saúde e manipulação de alimentos.
Manejo de pombos
Controle de aves urbanasManejo ético e não letal de pombos por exclusão física — espículas, telas, cabos tensionados e fechamento de vãos — somado à descontaminação de fezes, que veiculam criptococose, histoplasmose e ornitose.
Higienização de reservatório
Limpeza de caixa d'águaEsvaziamento, remoção de sedimentos, escovação, desinfecção com produto registrado e emissão de laudo. Recomendada a cada 6 meses e exigida pela Vigilância Sanitária em condomínios e estabelecimentos comerciais.
Análise de água
Potabilidade — Portaria GM/MS 888/2021Ensaios físico-químicos e microbiológicos (coliformes, E. coli, cloro residual, turbidez, pH) que atestam a potabilidade da água conforme o padrão do Ministério da Saúde, com laudo laboratorial.
Vetor
Transmissor de doençasOrganismo que carrega e transmite agentes infecciosos ao ser humano — Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya), ratos (leptospirose), baratas (contaminação alimentar), carrapatos (febre maculosa) e pulgas.
RT
Responsável TécnicoProfissional habilitado (biólogo, engenheiro agrônomo, químico, veterinário ou farmacêutico) que responde tecnicamente pela empresa controladora de pragas, exigido pela RDC Anvisa nº 52/2009.
RDC 52/2009
Norma Anvisa para controle de pragasResolução da Anvisa que regulamenta as empresas especializadas em controle de vetores e pragas urbanas: licença sanitária, responsável técnico, uso de produtos registrados, treinamento de aplicadores e emissão de comprovante de execução.
Certificado de execução
Comprovante de serviçoDocumento emitido ao fim de cada aplicação com produtos utilizados, princípios ativos, dosagem, praga-alvo, responsável técnico, data e prazo de garantia — aceito pela Vigilância Sanitária e em auditorias.
FISPQ
Ficha de Informações de Segurança de Produtos QuímicosDocumento que descreve composição, perigos, manuseio, EPI e medidas de primeiros socorros de cada produto aplicado. Deve estar disponível no dossiê técnico do contrato.
Período de reentrada
Tempo de reocupaçãoIntervalo mínimo entre a aplicação e o retorno seguro de pessoas e animais ao ambiente, definido pelo produto e pela técnica utilizada — geralmente de 2 a 6 horas em pulverização residual.
Barreira química
Tratamento de soloAplicação de termiticida no solo, sob e ao redor da fundação, formando uma faixa contínua que impede o acesso de cupins subterrâneos à edificação. Usada em pré e pós-construção.